Publicação de Ossie Winston Rodgers e ataque a comissária da American Airlines
O influenciador e comentarista político guianense Ossie Winston Rodgers virou alvo de críticas depois de usar as redes sociais para divulgar a foto de uma comissária da American Airlines acompanhada de insultos. Na legenda, ele a classificou como a “pior comissária de bordo” e a chamou de “porca”.
O episódio teria ocorrido após um voo entre Georgetown e Nova York. Na mesma postagem, Rodgers alegou que a American Airlines não deveria contratar a funcionária e ainda fez uma comparação desfavorável com a JetBlue.
A publicação ganhou grande alcance e rapidamente se espalhou, provocando revolta tanto entre internautas quanto entre profissionais do setor aéreo.
Contestação sobre consentimento e relato da comissária
Em um primeiro momento, Rodgers disse que teria autorização para fotografar a comissária. A própria funcionária, porém, contestou essa versão e afirmou que não deu consentimento para que a imagem fosse exposta publicamente.
A comissária descreveu Rodgers como um “intimidador” e afirmou que ele teria construído a própria trajetória atacando e assediando outras pessoas. Ela também sustentou que atuou de forma profissional durante o voo e que nada justificaria a hostilidade dirigida a ela.
Diante do que relata ter vivido a bordo e do que passou a enfrentar online, a funcionária informou que pretende adotar medidas legais para reagir ao assédio. Ela também chamou atenção para o aumento do estresse e da pressão enfrentados por equipes de cabine.
Debate sobre respeito a trabalhadores e regras de companhias aéreas
Rodgers já acumula um histórico de controvérsias, com menções a acusações de agressão e a comportamentos inadequados em locais públicos. Com isso, o caso reacendeu discussões sobre respeito a trabalhadores da aviação e sobre limites éticos na atuação de pessoas com grande alcance nas redes.
Embora, nos Estados Unidos, fotografar comissários não seja ilegal, a divulgação da imagem sem autorização e o uso de linguagem ofensiva contrariam as políticas das companhias aéreas.
Por esse motivo, surgiu um apelo para que a American Airlines proíba o influenciador de viajar com a empresa no futuro, como forma de proteger seus funcionários.
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