Contrato da Airbus com a AMO/CBP
A Airbus assinou um acordo para entregar dez helicópteros H125 Esquilo à Air and Marine Operations (AMO), a unidade aérea e marítima da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos (CBP). As aeronaves serão utilizadas em tarefas de aplicação da lei, segurança de fronteiras e proteção da população em todo o território dos Estados Unidos.
De acordo com a fabricante europeia, a expansão da frota não só fortalece a parceria de longa data entre a Airbus Helicopters e a CBP, como também apoia a modernização da capacidade operacional da agência.
“A expansão desta frota de H125 reforça a colaboração de longa data entre a Airbus e a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos. Essa seleção destaca a confiança depositada no H125 para cumprir missões críticas de segurança pública em condições exigentes. A Airbus continua comprometida em apoiar a agência com aeronaves confiáveis e serviços abrangentes para garantir a prontidão contínua das missões“, afirmou Bart Reijnen, chefe da região da América do Norte da Airbus Helicopters.
Helicóptero H125 Esquilo em missões de segurança pública
O Airbus H125 é um helicóptero leve monomotor com uso disseminado em operações de segurança pública na América do Norte. Preparado para atuar em cenários extremos, o modelo reúne a versatilidade e a confiabilidade necessárias para executar diferentes perfis de missão ligados à segurança interna dos Estados Unidos.
Produção em Columbus e recursos de segurança do H125
Fabricado na unidade da Airbus em Columbus, no estado do Mississippi, o Esquilo oferece ampla visibilidade à tripulação e permite flexibilidade em missões de patrulhamento, vigilância e ações táticas, ao mesmo tempo em que mantém custos operacionais reduzidos.
O helicóptero também traz recursos avançados de segurança, como o sistema digital de controle total do motor de dois canais (FADEC), gravador de dados do motor e sistema duplo hidráulico de controle de voo - itens fornecidos de série. Segundo a Airbus, esses sistemas ajudam a diminuir a carga de trabalho dos pilotos e elevam a segurança durante voos táticos de maior complexidade.
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